
Haverá algo mais bonito que a natureza?
Então para quê continuar a massacrála com guerras poluição e muitas outras atrocidades...
Haverá algo melhor que a Paz? e que o Amor? e a Amizade?
Não continuem a destruir o que de mais belo existe neste mundo...
Pelas contas da ANAREC, a manter-se esse ritmo, os combustíveis vão aumentar 22% até ao fim do ano, contrariando a promessa do Governo de que a liberalização do sector - em vigor desde 1 de Janeiro - tenderá a baixar os preços.
Pão mais caro
Outro sector afectado é a panificação, pois "muitos fornos trabalham a gasóleo", afirmou Fernando Trindade, da Associação dos Industriais de Pão. "É possível que tenhamos de aumentar preços", alertou, até porque o transporte também representa um custo importante na distribuição do pão.
O preço do pão, recorde-se, foi alvo de polémica em Janeiro, quando foram anunciados aumentos de 35%, justificados com o custo do trigo nos mercados internacionais. Na altura, a AC interveio e o preço do pão não "disparou".
Os aumentos dos combustíveis anunciados esta semana foram justificados pelas gasolineiras com a "pressão" dos mercados internacionais de matérias-primas, nomeadamente o crude.
Anteontem, a OPEP voltou a decidir-se por uma redução da produção de petróleo em um milhão de barris por dia para 23,5 milhões, factor que poderá, a prazo, voltar a servir de "pretexto" para novas subidas.
Aqui ao lado, em Espanha, contudo,os preços continuam a ser mais atractivos.
Pois é ... parece que os capitalistas..., ups desculpem, os terroristas..., AI porra não me sai o nome correcto, aqueles das guerras ... os americanos se não me engano vão arranjar uma bandeira nova para o seu pais, dizem eles que a bendeira que eles têm pouco ou nada se identifica com eles e então decidiram criar uma com a cara deles... como podem ver embaixo:

O Guns N´Roses está fora do Rock in Rio-Lisboa. A banda cancelou sua participação no evento por conta da saída do guitarrista Buckethead, irritado com a demora na conclusão do há muito prometido Chinese Democracy. Seria a terceira apresentação de Axl Rose no festival, após shows marcantes nas edições de 1991 e 2001. Em comunicado distribuído pela assessoria do Rock in Rio, o cantor pede desculpas aos fãs e se mostra contrariado: "não gosto da sensação de me ser roubada a oportunidade de ser o primeiro artista a tocar em três edições" do festival.
O Guns foi uma das primeiras atrações anunciadas pelo Rock in Rio-Lisboa, que acontece em maio e junho deste ano. Estava escalada para o dia 30, que tem também Evanescence, Kings of Leon, Charlie Brown Jr. e Xutos e Pontapés. O festival deve anunciar em breve o grupo que substituirá o Guns N´Roses. Quem já comprou o ingresso, pode devolvê-lo ou trocá-lo para conferir outras atrações do Rock in Rio.
Enquanto a nova formação do Guns N´Roses hesita em lançar Chinese Democracy e fazer turnês, ex-integrantes da banda, e atuais desafetos de Axl, já se preparam para voltar ao mercado com novo disco. O guitarrista Slash, o baixista Duff e o baterista Matt Sorum se uniram ao ex-vocalista do Stone Temple Pilots, Scott Weiland, e a Dave Kushner (ex-Suicidal Tendencies) e fundaram o Velvet Revolver. O primeiro disco da banda chama-se Contraband e sai em junho.
As fichas de identificação de alunos utilizadas pela esmagadora maioria das escolas portuguesas também violam a Lei de Protecção de Dados e a própria Constituição. É esta a convicção da CNPD, que deverá em breve ordenar que este tipo de documentos sejam profundamente alterados, de forma a não identificar os jovens com informações como a sua raça, grupo cultural ou situação socio-económica.
«Já tínhamos detectado que, na generalidade, as escolas pedem informações aos alunos que consideramos inadequadas e não pertinentes», explica Clara Guerra, recordando que, «tal como qualquer organismo público», os estabelecimentos de ensino são obrigados a submeter as bases de dados pessoais a uma autorização da CNPD.
«Por lei, não pode haver uma centralização de informações dessa natureza em qualquer base de dados que identifique o indivíduo», explica. Em particular, «informação sensível como a origem étnica, que é especialmente defendida». E acrescenta que «nada impede um professor de fazer uma caracterização social da sua turma, desde que não o faça através de um documento que identifica cada aluno e pode ser consultado por terceiros».
Uma vez que, quando confrontada com esta questão, a maioria das escolas respondeu que recolhia estes dados para satisfazer os pedidos de informação da tutela, a CNPD pediu também explicações ao ministério. Certo, garante Clara Guerra, «é que este tipo de informação nunca pode alvo de um tratamento nominal e o processo aguarda agora deliberação da comissão». E nota que há exemplos de escolas, «que infelizmente se contam pelos dedos da mão», que «se recusam a trabalhar a informação desta forma».
(Diário de Notícias)